Engenheiro de pesca do IPA participará da I Agrotec Show, em Petrolina

“Cultivo de Camarão Marinho no Interior de Pernambuco”, essa é a palestra, que será ministrada pelo engenheiro de pesca do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Gilvan Lira Júnior.

A I Agrotec Show será realizada nesta sexta-feira (10), no Cineteatro, no Campus Sede da Univasf, em Petrolina. O Encontro de Carcinicultura Interiorizada do Vale do São Francisco irá reunir produtores, empreendedores, professores e estudantes. 

O evento será promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e o Laboratório de Carcinicultura e Biológicos (LacarBio) da Univasf, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). O Agrotec Show tem o objetivo de discutir o potencial da criação de camarão em cativeiro no interior.

Fonte: Núcleo de Comunicação

Leia Mais

IPA de Água Preta promove palestra de Aquicultura

Na última quarta feira (01.09.21), o escritório do IPA de Água Preta, promoveu Palestra sobre Criação de Tilápia Consorciada com Camarão, que foi realizada na Câmara de Vereadores do município. A ação foi a primeira de 2021 do Programa Capacitando Para Produzir Mais e Melhor, que tem parceria com a Secretária de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, representada pelo técnico, Rafael Oliveira.

Na palestra estiveram presentes os 40 agricultores familiares, convidados do município de Água Preta, além de dois representantes da Associação dos moradores e produtores rurais do Sítio Alto Bandeira, Alexsandro Silva e José Alexandre, que viajaram 154 km para conhecer e levar as novas tecnologias empregadas na Aquicultura para seu município, Riacho das Almas.

No apoio ao evento e para seguir todas as normas de prevenção do COVID 19, estiveram envolvidos nos trabalhos os técnicos do IPA, o Extensionista Rural, Estevam Tavares, Gerente e Supervisores da Regional de Palmares, Gustavo Lucas, Arthur Carneiro e Luciano Felipe,
além do palestrante, Engenheiro de Pesca, Gilvan Lira, que mostrou o grande o potencial da atividade Aquicola, justificado pela possibilidade de otimização de uso e reuso da água das propriedades agrícolas e pelo alto nível de sustentabilidade social, econômica e ambiental da atividade.

Fonte: Núcleo de Comunicação

Leia Mais

Aquicultores do Cabo e Ipojuca são inseridos em teletrabalhos do IPA

Aquicultores familiares da Associação do Engenho Amazonas, em Ipojuca-PE, vêm recebendo e atendendo às recomendações de assistência técnica em teletrabalhos de Rodolfo Rangel ,extensionista e engenheiro de pesca do IPA , no Cabo de Santo Agostinho , para preparação de viveiros para novos cultivos. E também na orientação de construção de um viveiro previamente estudado e planejado presencialmente, em março, de 800 metros quadrados, que seguiu a orientação técnica, concluindo a obra no início de maio. Comprovada com acompanhamento em fotografia.

O extensionista recomenda que os produtores rurais usem este período de isolamento social ,de maio à julho, para preparação de viveiros e a realização da calagem e adubação.” Verifica-se que a calagem tem diversas finalidades, entre elas o da correção do solo, para preparação do manejo de cultivo e a desinfecção dos viveiros. Sobretudo, bastante aplicado, a calagem, neste momento do COVID-19,para qualquer desinfecção de ambientes”, destaca ele.
De modo que, ele tem orientado a proceder a preparação de viveiros com calagem na proporção inicial de 100 gramas/ m²,com exposição ao sol por 20 a 30 dias. Como estamos num período chuvoso esta exposição ao sol pode ser prolongada. E orientando para numa fase posterior que sejam feitas análises solo e água para permitir as correções e ajustes no monitoramento dos diversos parâmetros de qualidade de água.

Para programar análises físico-química da água, em julho e agosto. Devendo essa fase de preparação de viveiro ser concluída com a adubação, prevista para a próxima etapa, podendo ser a primeira quinzena do mês de julho. Permanecendo o viveiro seco, colocando esterco animal de bovino ou bulbalinos ou aves, na proporção média de 300 gramas/m². E permanecer seco ao sol, por pelo menos quinze dias, antes de colocar água parcial, cerca de 50%do volume total, com antecedência de cinco a sete dias do povoamento.

Programando para o povoamento na segunda quinzena de julho em diante sincronizando com a programação das larviculturas. Essa sincronização da programação do povoamento com a programação de atividades dos laboratórios de larviculturas, estão prevista para retomar o sistema de produção de julho /agosto. Devido ao fato de estarem tendo dificuldades de obtenção dos insumos e atendimento das demandas dos produtores da aquicultura .
“Nesse propósito, estamos aproveitando este período de isolamento social, para fazer a preparação dos viveiros para novos ciclos e o diagnóstico das situações dos aquicultores familiares e de manejos de cultivos nos municípios de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca ,através de teletrabalhos, em consulta com informações e recebimento de fotos atuais dos viveiros e sistema de abastecimento e drenagem , daqueles produtores rurais que possuem viveiros”, explica Rodolfo.

E estabelecendo os manejos de cultivos de cada realidade dos pequenos produtores rurais. Este teletrabalho se entende a consulta aos públicos de Associações de Engenhos de Pau Santo, Ipiranga , e povoados de Pirapama, no Cabo. E que ainda, tem dado pequenos retornos nas respostas aos questionários .Entretanto em Ipojuca a Associação do Engenho Amazonas, tem se manifestado para a diversificação de cultivos nos viveiros com o policultivo ou com a introdução do monocultivo semi-intensivo, com uso de aeradores ou renovação de água noturna ,e uso de substrato, em viveiros predominantemente de 400 m², construído pelo poder municipal. “Isso porque atuamos complementarmente com assistência técnica aos manejos de cultivos e na orientação ao operador da máquina retroescavadeira. Através desses serviços de teletrabalhos foi concluído a construção de viveiro de 800 m² e conserto de outro de 400 m². Lembramos que a construção do viveiro de 800 m², precedeu, em início de março , com a atividade presencial ,onde foram estudado e identificado as questões de solo , água ,topografia sondagem do nível local do lençol freático e marcação do viveiro permitindo assegurar as diretrizes de planejamento para implementação da obra, com seleção de área para implantação do viveiro, e prévio planejamento de movimentação de terra para efetivar a orientação para construção do viveiro”, ressalta ele. Essa ação foi concluída em início de maio com orientação ao operador da máquina retroescavadeira, (alugada pela comunidade) dos cortes e aterros do terreno.

O extensionista também informa que se estendeu a troca de informações na busca do diagnóstico na Associação do Engenho Mercês. Aparentemente é bastante promissor, mas que necessita de maiores informações do manejo de cultivo existente, na propriedade. E também com perspectiva de expansão de futuros diagnósticos “in loco” na Associação do Engenho Pirajá.

Rodolfo Rangel , observou que com o teletrabalho em muitos casos, não foi possível identificar a realidade de vários cultivos , dificuldados pela falta de envio de um acervos fotograficos.Verificando que ainda,não tivemos resposta esperada ,chegando a índiiçes muitos baixos estimados em aproxidamente a 30 % dos produtores rurais consultados. Ele caredita que muitos aguardam a normalidade para um período após a pandemia do COVID-19, para responder com informações objetivas sobre a atividades que permita diagnósticar os manejos de cultivos.Colaborado pelo fato que tem muitos produtores familiares que tão algum retorno ,porém, não foi permitido identificar por correspondência os manejos dos cultivos exercídos e programados.

Prevendo atingir este objetivo, do diagnóstico,somente quando for possível as atividades presenciais a ser programadas a partir de agosto / setembro.Também estes teletrabalhos conta com o apoio na articulações junto aos pequenos produtores rurais familiares , pelo Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Cabo e da Associação do Engenho Amazonas de Ipojuca , disponibilizando ,e estimulando para o preenchimento dos questionários de identificação da aquicultura familiar.

“Notamos também, que tem muito trabalho a ser realizados ,predominando um quadro da necessidade de ajustes nos manejos de cultivo, que poucos conseguem identificar para buscar melhorar a produtividade ,que se apresentam baixa , principalmente por não ter seguido as recomendações da assistência técnica. Permanecendo o empirismo tecnológicos de muitos produtores rurais. Quando constata-se, nas consultas e nas atividades presenciais explorativas”, conta.

De modo que, os produtores estão se organizando e apreensivos para iniciar os povoamentos dos viveiros, predominantemente, entre o período de agosto a setembro ,para novos ciclos. “Reforçamos que este período de isolamento de maio e junho é muito importante que os produtores rurais , ultilizem para preparação de viveiros e aplicação de cal , que tem diversas finalidades ,da correção do solo, e desinfecção do viveiro , sobretudo, da importância neste momento do COVID-19”, frisou.

Muitos dos produtores familiares estão adotando viveiros de fundo de quintal de tamanhos, que predominantemente, variam de 400 m² a 1000 m² dos produtores rurais , que estão adotando o sistema semi intensivo , com renovação noturna e substrato, e o modelo um pouco mais intensivo, com uso de aeradores e substrato.

Resultando que dentre os sistemas mencionados possa variar de ganho de produtividade do crustáceos de 150 gramas / m² a 250 gramas/m².E com base ao preço atual do crustáceos de água doce com o produto final com peso variando de 25 a 30 gramas, possa chegar a valores entorno de R$ 50/kg a R$ 70/ kg. Isso equivalerá a lucratividade média em viveiro de 1000 m² de fundo quintal, variando de 60 % do salário mínimo média mensal ,após seis a sete meses de cultivo, ao sistema mais intensivo com rentabilidade prevista para cerca de dois salários mínimos mensais. Na perspectiva de realização da despesca dos viveiros ocorram ,no período compreende o carnaval do próximo ano.

Fonte: Núcleo de Comunicação

Leia Mais

Aquicultor de Guiné Bissau conta com assistência técnica remota

Ainda dentro das ações de teletrabalhos, Rodolfo Rangel ,extensionista e engenheiro de pesca do IPA , no Cabo de Santo Agostinho , estendeu o intercâmbio de informações tecnológicas da aquicultura familiar para um produtor rural na África , Pedro Samuca, residente na comunidade na Guiné Bissau na localidade região de Bafata sector de Contuboel ,que abrangem uma área de 172km².

As informações são repassadas aos outros produtores da comunidade que realizam o cultivo de arroz irrigado, estabelecendo um processo de conversações que busca a transferência de tecnologia de aquicultura familiar, com um projeto piloto, com base a realidade local ,a ser construído para cooperação técnica envolvendo a FAO (Organização Mundial de Agricultura Para Alimentação ).

“Ampliamos esse processo de transferência de tecnologia por meio do diálogo com a representante da FAO da Guiné Bissau, Patrice Brehmer, para 2021 , a fim prosseguirmos com as conversações para programamos futuras parcerias, em um projeto piloto de cooperação técnica, logo que superada a pandemia da COVID-19”, destaca ele.
Segundo ele, a ideia é fortalecer a rizoaquicultura para diversificar a produção local, gerar emprego e renda com as alternativas do cultivo de arroz em policultivo de tilápia , com camarão de água doce. Com isso estabelece o papel de fertirrigação e controle de pragas na plantação de arroz irrigado.
Fonte: Núcleo de Comunicação

Leia Mais

Seminário de Aquicultura Familiar no Agreste Meridional de Pernambuco

Na quinta-feira (22), o IPA promoveu o “I Seminário de Aquicultura Familiar do Agreste Meridional de Pernambuco”, na sede da Cooperativa dos Produtores de Agricultura Familiar – COOPAF no município de São João-PE.

O evento contou com trinta participantes, entre piscicultores, agricultores, técnicos e lideranças locais interessadas no tema, e também de municípios vizinhos como Águas Belas, Belo Jardim, Bom Conselho, Garanhuns, Palmeirina e São Bento do Una.

O Seminário teve como dinâmica principal a apresentação de palestras técnicas ministradas pelos extensionistas rurais Engenheiros de Pesca do IPA, João Paulo Viana, Pedro Rocha e Gilvan Lira que abordaram diversos temas como o “Panorama da produção de pescados no Brasil e no mundo”; “Sistemas de recirculação de água para aquicultura”; “Policultivo de tilápias e camarões de água doce” e “Cultivo de camarões marinhos em águas salinizadas no semiárido”.

Para o coordenador do Seminário, o extensionista rural e Engenheiro de Pesca do IPA em Garanhuns, Pedro Balensifer, “o objetivo maior do encontro foi reunir agricultores e piscicultores da região para, através do nosso serviço de assistência técnica e extensão rural, ofertar informações e conhecimentos técnicos sobre a atividade de forma a apresentar as principais tendências e possibilidades dentro do atual universo da aquicultura que podem ser adaptadas às atividades da agricultura familiar”, ressaltou o extensionista.

Fonte: Núcleo de Comunicação do IPA

Leia Mais

Seminário discute política estadual para aquicultura

Depois de fazer audiências públicas nas regiões do Sertão de Itaparica (Petrolândia), da Mata Sul (Palmares) e no Litoral Norte (Itapissuma), a Comissão Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Política Estadual da Aquicultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco apresentou as contribuições dos aquicultores, nesta terça-feira (18), no Seminário Estadual para o Desenvolvimento da Aquicultura. O evento aconteceu na sede do Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, no Recife.

O presidente do colegiado, deputado estadual Waldemar Borges, encerrou o seminário agradecendo a participação de todos os aquicultores, técnicos que chamaram a atenção da Alepe sobre o tema, pesquisadores, representantes de entidades, associações e sindicatos, além dos gestores municipais, estaduais e federais que contribuíram com o trabalho da comissão. “A Comissão se coloca como instrumento dessa mobilização. Nosso mandato tem muita satisfação de participar disso, de reunir pessoas que entendem do assunto, que tem relação com essa atividade, como o produtor, o técnico, o professor, todos juntos tentando ver de que maneira podemos ajudar a resolver os gargalos dessa atividade econômica tão importante”, disse.

O Estado de Pernambuco tem uma potencialidade muito grande para se desenvolver no setor, uma vez que hoje já e o segundo maior produtor do Nordeste na área de produção de peixes, entregando 20 mil toneladas/ano de produção ao mercado. Já a produção de camarão é de 2.199 t/ano (IBGE, 2018). “Com uma nova política de incentivo a produção pode aumentar, não só no Sertão como também em outras regiões, a exemplo da Mata Sul e Norte pernambucana”, completou o deputado.

A representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luciene Magnani, explicou aos presentes as nuances que envolvem a liberação da licença ambiental e se colocou à disposição dos aquicultores. O engenheiro de pesca e extensionista do IPA, Maviael Fonseca, apresentou as principais propostas de alteração à lei do licenciamento ambiental debatidas nas audiências públicas realizadas sobre o tema. Todos os presentes ressaltaram a importância da iniciativa da criação da Comissão, as parcerias exitosas com órgãos públicos, a exemplo do IPA e ITEP, além da inclusão social e novas perspectivas de vida que a aquicultura pode representar junto às famílias que trabalham com a atividade. “É muito importante a Assembleia Legislativa ir às bases, discutir as coisas com a presença do homem do campo. Essa iniciativa é muito importante para o desenvolvimento que queremos”, declarou Elenildo Moura, do Assentamento Miguel Arraes, em Catende, que possui 4.000 famílias.

“Entramos na reta final dessa etapa. Agora vamos produzir o relatório com a proposta da Política Estadual de Desenvolvimento da Aquicultura e de um novo licenciamento ambiental para o setor, no qual vamos incluir também a carcinocultura (criação de camarões), que não tratamos especificamente do nosso projeto de lei que já está em tramitação na Alepe. Também existem uma série de iniciativas que não dependem muito de uma lei, dependem às vezes de uma atitude, de uma iniciativa. Faz parte de uma segunda etapa tirar tudo isso do papel. Por isso, a lei vai prever a instalação de um Comitê Gestor, para que essa iniciativa toque de verdade a vida das pessoas”, concluiu Waldemar Borges.
Fonte: Núcleo de Comunicação do IPA

Leia Mais

Seminário de Aquicultura discute política estadual para a área

A COMISSÃO ESPECIAL DE INCENTIVO AO DESENVOLVIMENTO DA POLÍTICA ESTADUAL DA AQUICULTURA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO REALIZA, NESTA TERÇA-FEIRA (18), O SEMINÁRIO ESTADUAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA AQUICULTURA, NO AUDITÓRIO RUY CARLOS DO REGO BARROS RAMOS, SEDE DO INSTITUTO AGRONÔMICO DE PERNAMBUCO – IPA (AV. GENERAL SAN MARTINS, 1371 – BONGI), NO RECIFE. NO EVENTO, SERÃO APRESENTADAS AS CONTRIBUIÇÕES DAS TRÊS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS REALIZADAS PELO COLEGIADO NAS REGIÕES DO SERTÃO DE ITAPARICA (PETROLÂNDIA), DA MATA SUL (PALMARES) E LITORAL NORTE (ITAPISSUMA).

O OBJETIVO DO SEMINÁRIO É DISCUTIR ESSAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DA POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO DA AQUICULTURA, PROJETO A SER APRESENTADO AO GOVERNO DO ESTADO. A EXPECTATIVA É QUE CERCA DE 300 AQUICULTORES DE TODO O ESTADO PARTICIPEM DO EVENTO. HOJE EXPLORADA POR GRANDES E MÉDIAS EMPRESAS E PEQUENOS PRODUTORES DE BASE FAMILIAR, A AQUICULTURA NO ESTADO APRESENTA CENÁRIOS PROMISSORES (SERTÃO DE ITAPARICA JÁ É O MAIOR POLO DE PISCICULTURA EM TANQUES-REDE DO NORDESTE) COM A ORGANIZAÇÃO DA CADEIA A PARTIR DE POLÍTICAS PÚBLICAS BEM DEFINIDAS.

DURANTE O SEMINÁRIO HAVERÁ UM PAINEL SOBRE A CADEIA PRODUTIVA DA AQUICULTURA EM PERNAMBUCO COM A PARTICIPAÇÃO DE REPRESENTANTES DA PEIXESSF, DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE CAMARÃO, DOS OSTREIROS, DOS PISCICULTORES DA ZONA DA MATA, DA COMUNIDADE ACADÊMICA E DE INSTITUIÇÕES DE FOMENTO. LOGO APÓS, SERÁ APRESENTADO O TRABALHO DA COMISSÃO, COM O RESULTADO DAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS E AS CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO DA AQUICULTURA E PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO SETOR.

INTEGRAM O COLEGIADO COMO TITULARES OS DEPUTADOS WALDEMAR BORGES (PRESIDENTE), ANTÔNIO COELHO, DORIEL BARROS, DULCICLEIDE AMORIM E FABRÍCIO FERRAZ. A COMISSÃO TEM AINDA COMO SUPLENTES, OS DEPUTADOS ANTÔNIO FERNANDO, DELEGADA GLEIDE ÂNGELO, HENRIQUE QUEIRÓZ FILHO, LUCAS RAMOS E MANOEL FERREIRA.

Fonte: Núcleo de Comunicação do IPA

Leia Mais