Reginaldo Alves assume a presidência do IPA

Reginaldo Alves assume a presidência do IPA

O engenheiro agrônomo e geógrafo, Reginaldo Alves, deixa a Diretoria de Extensão Rural, onde atuava desde fevereiro de 2019, e assume a presidência do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Anteriormente, Odacy Amorim ocupava a cadeira, mas pediu exoneração a fim de concorrer ao cargo de prefeito em Petrolina.

Reginaldo possui ampla experiência na Agricultura Familiar. Ele já atuou no Prorural e Secretaria Executiva da Agricultura Familiar, ambos vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Agrário como o IPA. Nesses órgãos, se destacou pela atuação como Secretário Executivo do Comitê Integrado de Enfrentamento a Estiagem “Operação Seca”.

Fora do serviço público atuou na ONG Caatinga, coordenação do Projeto Biodigestores na ONG Diaconia e já ocupou a função de assessor da Diretoria de Políticas para o Meio Ambiente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores (Fetape).

Com Reginaldo Alves na presidência, a Diretoria de Extensão Rural fica a cargo de Flávio Duarte, que estava à frente da Diretoria de Recursos Hídricos, desde fevereiro de 2019. No lugar dele, entra Laiane Oliveira, que ocupava o cargo de Secretária na Extensão da Presidência, Regional Petrolina, desde fevereiro de 2019. Ela é a segunda mulher a ocupar o cargo de diretora de Recursos Hídricos do IPA.

Foto: Adriano Manoel

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Agricultura Familiar de PE supera desafios da pandemia com apoio do IPA

Representando 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros, os agricultores familiares enfrentam desafios durante a pandemia do novo coronavírus. Redução da demanda, dificuldade para escoar os produtos devido à necessidade do isolamento social e a queda dos preços são alguns dos fatores que dificultam a vida desses trabalhadores. O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) acompanha essas famílias e oferece ações de apoio para o enfrentamento dessas dificuldades.

Este formato de agricultura tem como base o compartilhamento do trabalho na família e representa, para cada grupo, sua principal fonte de renda. O agricultor mantém uma relação particular com a terra, seu local de moradia e trabalho. De acordo com o diretor de extensão rural do IPA, Reginaldo Alves, a agricultura familiar é responsável por 80% a 90% da dos alimentos contidos na cesta básica pernambucana. O instituto atende cerca de 50 mil famílias empregadas neste sistema no Estado.

Com a pandemia, surgiram desafios diante de um momento importante para a agricultura familiar em Pernambuco. O IPA, portanto, desenvolve algumas atividades de apoio ao setor. “O principal objetivo de nossas ações nesse contexto é aproveitar e garantir a renda nesse momento de chuva super importante para o cultivo. No Sertão, ou se planta até o mês de março ou o ano está perdido. No Agreste, o limite é o mês de maio”, avalia Reginaldo.

Seguindo determinações sanitárias de isolamento e saúde, o IPA oferece suporte aos agricultores que desejem se cadastrar para receber o auxílio emergencial do Governo Federal, realizam processos de renovação de documentos e financiamentos, criação de grupos no WhatsApp com os agricultores para compartilhamento de informações e debates acerca do cultivo, produção e reuniões por videochamada. Além disso, o IPA desenvolve e distribui digitalmente, materiais em formato de card para conscientização sobre o coronavírus e informações técnicas sobre prevenção durante este período. “Já estamos no oitavo card com circulação nas redes sociais, incluindo o WhatsApp. Orientamos também a fabricação de máscaras, como higienizar os alimentos e o corpo, além de boas práticas de conservação dos produtos. Uma equipe está focada nessa produção de conteúdo durante este período”, garante Reginaldo.

Aprovado no dia 14 de maio, por unanimidade em segunda votação na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos auxilia na garantia da renda para o agricultor e na alimentação para diversos órgãos. A medida cria uma regra onde a compra de alimentos para os equipamentos estaduais (hospitais, polícia militar, sistema penitenciário, etc) considere um mínimo de 30% originários da agricultura familiar, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais.

Essa medida reforça o programa já existente anteriormente em parceria com o Ministério da Cidadania, chamado de Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Reginaldo conta que, com investimento de R$ 9 milhões, o vencimento do projeto é em junho, a nova proposta estima um financiamento de R$ 12 milhões para as aquisições de alimentos oriundos da agricultura familiar em Pernambuco. “Nesse momento de pandemia, precisamos dar esse suporte técnico para que a agricultura familiar continue suas atividades”.

Reginaldo reforça a necessidade de ações que auxiliem nesse momento. “Estamos fazendo um trabalho junto à Secretaria de Desenvolvimento Agrário de atenção às feiras locais (agroecológicas e orgânicas). Pensamos que, nesse momento, a dificuldade de acesso aos mercados e alguns pontos de venda ficou mais complicado e se torna importante a criação de novos mecanismo de contato com o consumidor, seja por entregas em domicílio e relacionamento via plataformas virtuais”.

O IPA reúne mais de 400 técnicos nos 185 municípios de Pernambuco, incluindo Fernando de Noronha, onde os profissionais desenvolvem um mapeamento da capacidade produtiva da Ilha, estimulando uma produção local que auxilie na independência do continente, que acaba por elevar o preço de alguns produtos.

Fonte: Jornal Folha de PE

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA realiza entrega de sementes em São Caetano e Tacaimbó

O Instituto Agronômico de Pernambuco realizou nessa quinta-feira (21), a entrega de sementes para os agricultores familiares dos municípios de São Caetano e Tacaimbó, no agreste do estado.

Foram 14 toneladas de milho para os dois municípios. As sementes já foram distribuídas nesta sexta-feira (22), aos produtores rurais. O plantio já começa de imediato uma vez que os meses de junho e julho são de chuvas na região.

Oito toneladas foram direcionadas para São Caetano, que irão atender cerca de 800 agricultores, cada um, com 10 quilos. Já Tacaimbó recebeu seis toneladas de sementes, onde cerca de 600 produtores devem dar início ao plantio no mesmo período do município vizinho.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Revista Aquaculture Brasil destaca projeto de Engenharia de Pesca do IPA

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) é capa da Revista Aquaculture Brasil, uma das revistas mais importantes do setor Aquícola brasileiro, com o trabalho “Introdução e Desenvolvimento da Criação do Camarão Marinho, Litopenaeus Vannamei, realizado com agricultores familiares do Semiárido. O projeto, de autoria do extensionista e engenheiro de Pesca do IPA, Gilvan Lira, venceu o Prêmio Inovação Aquícola 2019. “Esse projeto visou aproveitar os poços de água salobra do Semiárido , gerando alimento, emprego e renda para as famílias de agricultores de base familiar”, destaca o engenheiro.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Aquicultores do Cabo e Ipojuca são inseridos em teletrabalhos do IPA

Aquicultores familiares da Associação do Engenho Amazonas, em Ipojuca-PE, vêm recebendo e atendendo às recomendações de assistência técnica em teletrabalhos de Rodolfo Rangel ,extensionista e engenheiro de pesca do IPA , no Cabo de Santo Agostinho , para preparação de viveiros para novos cultivos. E também na orientação de construção de um viveiro previamente estudado e planejado presencialmente, em março, de 800 metros quadrados, que seguiu a orientação técnica, concluindo a obra no início de maio. Comprovada com acompanhamento em fotografia.

O extensionista recomenda que os produtores rurais usem este período de isolamento social ,de maio à julho, para preparação de viveiros e a realização da calagem e adubação.” Verifica-se que a calagem tem diversas finalidades, entre elas o da correção do solo, para preparação do manejo de cultivo e a desinfecção dos viveiros. Sobretudo, bastante aplicado, a calagem, neste momento do COVID-19,para qualquer desinfecção de ambientes”, destaca ele.
De modo que, ele tem orientado a proceder a preparação de viveiros com calagem na proporção inicial de 100 gramas/ m²,com exposição ao sol por 20 a 30 dias. Como estamos num período chuvoso esta exposição ao sol pode ser prolongada. E orientando para numa fase posterior que sejam feitas análises solo e água para permitir as correções e ajustes no monitoramento dos diversos parâmetros de qualidade de água.

Para programar análises físico-química da água, em julho e agosto. Devendo essa fase de preparação de viveiro ser concluída com a adubação, prevista para a próxima etapa, podendo ser a primeira quinzena do mês de julho. Permanecendo o viveiro seco, colocando esterco animal de bovino ou bulbalinos ou aves, na proporção média de 300 gramas/m². E permanecer seco ao sol, por pelo menos quinze dias, antes de colocar água parcial, cerca de 50%do volume total, com antecedência de cinco a sete dias do povoamento.

Programando para o povoamento na segunda quinzena de julho em diante sincronizando com a programação das larviculturas. Essa sincronização da programação do povoamento com a programação de atividades dos laboratórios de larviculturas, estão prevista para retomar o sistema de produção de julho /agosto. Devido ao fato de estarem tendo dificuldades de obtenção dos insumos e atendimento das demandas dos produtores da aquicultura .
“Nesse propósito, estamos aproveitando este período de isolamento social, para fazer a preparação dos viveiros para novos ciclos e o diagnóstico das situações dos aquicultores familiares e de manejos de cultivos nos municípios de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca ,através de teletrabalhos, em consulta com informações e recebimento de fotos atuais dos viveiros e sistema de abastecimento e drenagem , daqueles produtores rurais que possuem viveiros”, explica Rodolfo.

E estabelecendo os manejos de cultivos de cada realidade dos pequenos produtores rurais. Este teletrabalho se entende a consulta aos públicos de Associações de Engenhos de Pau Santo, Ipiranga , e povoados de Pirapama, no Cabo. E que ainda, tem dado pequenos retornos nas respostas aos questionários .Entretanto em Ipojuca a Associação do Engenho Amazonas, tem se manifestado para a diversificação de cultivos nos viveiros com o policultivo ou com a introdução do monocultivo semi-intensivo, com uso de aeradores ou renovação de água noturna ,e uso de substrato, em viveiros predominantemente de 400 m², construído pelo poder municipal. “Isso porque atuamos complementarmente com assistência técnica aos manejos de cultivos e na orientação ao operador da máquina retroescavadeira. Através desses serviços de teletrabalhos foi concluído a construção de viveiro de 800 m² e conserto de outro de 400 m². Lembramos que a construção do viveiro de 800 m², precedeu, em início de março , com a atividade presencial ,onde foram estudado e identificado as questões de solo , água ,topografia sondagem do nível local do lençol freático e marcação do viveiro permitindo assegurar as diretrizes de planejamento para implementação da obra, com seleção de área para implantação do viveiro, e prévio planejamento de movimentação de terra para efetivar a orientação para construção do viveiro”, ressalta ele. Essa ação foi concluída em início de maio com orientação ao operador da máquina retroescavadeira, (alugada pela comunidade) dos cortes e aterros do terreno.

O extensionista também informa que se estendeu a troca de informações na busca do diagnóstico na Associação do Engenho Mercês. Aparentemente é bastante promissor, mas que necessita de maiores informações do manejo de cultivo existente, na propriedade. E também com perspectiva de expansão de futuros diagnósticos “in loco” na Associação do Engenho Pirajá.

Rodolfo Rangel , observou que com o teletrabalho em muitos casos, não foi possível identificar a realidade de vários cultivos , dificuldados pela falta de envio de um acervos fotograficos.Verificando que ainda,não tivemos resposta esperada ,chegando a índiiçes muitos baixos estimados em aproxidamente a 30 % dos produtores rurais consultados. Ele caredita que muitos aguardam a normalidade para um período após a pandemia do COVID-19, para responder com informações objetivas sobre a atividades que permita diagnósticar os manejos de cultivos.Colaborado pelo fato que tem muitos produtores familiares que tão algum retorno ,porém, não foi permitido identificar por correspondência os manejos dos cultivos exercídos e programados.

Prevendo atingir este objetivo, do diagnóstico,somente quando for possível as atividades presenciais a ser programadas a partir de agosto / setembro.Também estes teletrabalhos conta com o apoio na articulações junto aos pequenos produtores rurais familiares , pelo Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Cabo e da Associação do Engenho Amazonas de Ipojuca , disponibilizando ,e estimulando para o preenchimento dos questionários de identificação da aquicultura familiar.

“Notamos também, que tem muito trabalho a ser realizados ,predominando um quadro da necessidade de ajustes nos manejos de cultivo, que poucos conseguem identificar para buscar melhorar a produtividade ,que se apresentam baixa , principalmente por não ter seguido as recomendações da assistência técnica. Permanecendo o empirismo tecnológicos de muitos produtores rurais. Quando constata-se, nas consultas e nas atividades presenciais explorativas”, conta.

De modo que, os produtores estão se organizando e apreensivos para iniciar os povoamentos dos viveiros, predominantemente, entre o período de agosto a setembro ,para novos ciclos. “Reforçamos que este período de isolamento de maio e junho é muito importante que os produtores rurais , ultilizem para preparação de viveiros e aplicação de cal , que tem diversas finalidades ,da correção do solo, e desinfecção do viveiro , sobretudo, da importância neste momento do COVID-19”, frisou.

Muitos dos produtores familiares estão adotando viveiros de fundo de quintal de tamanhos, que predominantemente, variam de 400 m² a 1000 m² dos produtores rurais , que estão adotando o sistema semi intensivo , com renovação noturna e substrato, e o modelo um pouco mais intensivo, com uso de aeradores e substrato.

Resultando que dentre os sistemas mencionados possa variar de ganho de produtividade do crustáceos de 150 gramas / m² a 250 gramas/m².E com base ao preço atual do crustáceos de água doce com o produto final com peso variando de 25 a 30 gramas, possa chegar a valores entorno de R$ 50/kg a R$ 70/ kg. Isso equivalerá a lucratividade média em viveiro de 1000 m² de fundo quintal, variando de 60 % do salário mínimo média mensal ,após seis a sete meses de cultivo, ao sistema mais intensivo com rentabilidade prevista para cerca de dois salários mínimos mensais. Na perspectiva de realização da despesca dos viveiros ocorram ,no período compreende o carnaval do próximo ano.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA incentiva Agricultura Familiar em Fernando de Noronha

Moradores de Fernando de Noronha começaram a receber nesta terça-feira (12), sementes de feijão, milho, melancia, abóbora e hortaliças folhosas, para iniciar o processo de incentivo à Agricultura Familiar. A ação, realizada por meio da parceria firmada entre o Instituto Agrônomo de Pernambuco (IPA) e a Administração do Distrito Estadual de Fernando de Noronha, tem como objetivo estimular a população do arquipélago a produzir os próprios alimentos no período de isolamento social em razão do Novo Coronavírus. “No momento, quatro extensionistas prestam serviço de assistência técnica a 93 quintais produtivos”, destaca o gerente do Departamento de Assistência Técnica, Maviael Fonseca.

De acordo com o técnico do IPA, Guilherme Almeida, os moradores da ilha cadastrados na primeira fase do projeto já receberam parte das sementes e aguardam agora a chegada de outros materiais. “Já fizemos a divisão das sementes entre os moradores. A outra parte está na embarcação que está para atracar no Porto de Santo Antônio. Nela também estão outros materiais que vão auxiliar no plantio, como enxadas, pás e bandejas de germinação, que servem para germinar as sementes e evitar o ataque de pragas e doenças às plantas”, explicou.

O Administrador de Fernando de Noronha, Guilherme Rocha, afirmou que a agricultura familiar é mais uma forma de atender as necessidades das famílias no período da quarentena. “Diante das necessidades que muitos estão vivendo por causa da Coivd-19, como a falta de renda e a necessidade de se manter em casa, é de grande importância poder cultivar o próprio alimento para abastecer a família. Essa foi mais uma forma que encontramos para dar suporte à população noronhense”, disse.

Para a moradora da ilha Ana Jabur, proprietária do restaurante Mesa da Ana, será possível resgatar a prática do plantio. “Com a orientação dos técnicos e o incentivo, começamos a retomar o cultivo. Já iniciamos uma horta e a preparação para semear as novas sementes. Só tenho que agradecer a iniciativa”, disse.

Por causa do isolamento social e como forma de prevenção ao coronavírus, o IPA disponibilizou um número de Whatsapp, (81) 99357-4018, para manter contato com os moradores. “Estamos com esse número exclusivo para as ações do IPA em Fernando de Noronha. Através dele passamos orientações e tiramos dúvidas. Caso necessário, fazemos uma visita ao domicílio do morador para orientação presencial. Também criamos grupos para enviar vídeos que foram gravados com instruções e informações técnicas sobre o preparo de canteiros, como utilizar vasos e recipientes não convencionais para plantar hortaliças, como semear e transplantar mudas para canteiros ou vasos”, explicou o técnico do Instituto Agrônomo de Pernambuco, Guilherme Almeida.

Outros moradores que tenham interesse em iniciar a agricultura familiar e receber as sementes podem se cadastrar no projeto através do número de Whatsapp, (81) 99357-4018. “O cadastro está sendo realizado excepcionalmente pelo Whatsapp. Iremos pegar todos os dados e em seguida fazer a marcação da área produtiva para disponibilizarmos as sementes”, disse.

Com Informações da Assessoria de Imprensa de Fernando de Noronha

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA entrega produtos do PAA e orienta famílias sobre a covid-19, em Cedro

O Instituto Agronômico de Pernambuco realizou nessa segunda-feira (11), a distribuição de produtos da Agricultura Familiar para as famílias em situação de vulnerabilidade social da cidade e zona rural de Cedro, no Sertão do estado.

Todas as famílias são assistidas pelo CRAS/ CREAS /Programa Criança Feliz e Cadastro Único. São acompanhados pela Prefeitura do município. Todas as famílias receberam além de frutas e verduras, orientações de higiene e cuidados para evitar a dengue e o coronavírus.

Os produtos são do Programa de Aquisição de Alimentos coordenado pelo Instituto Agronômico de Pernambuco. A ação do IPA com o PAA faz parte do Termo de Adesão 003/2018, Proposta nº 000.005.046.26/2018, com o Ministério da Cidadania.

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IPA distribui 10 toneladas de alimentos do PAA em cinco semanas, em Bonito

O Instituto Agronômico de Pernambuco distribuiu através do Programa de Aquisição de Alimentos no mês de abril e início de maio, o equivalente a 10 toneladas de alimentos. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o IPA está destacando a segurança alimentar da população.

Entre os produtos adquiridos estão o cará, bananas nanica, comprida e prata, inhame, batata doce, macaxeira, milho verde, laranja, limão, abacate e abóbora. Todos produzidos no município por agricultores familiares assistidos pelo IPA.

Os alimentos foram doados ao Serviço de Convivência (antigo PETI) e a Secretaria de Educação para serem repassados às famílias cadastradas. Ao todo, em Bonito, cerca de três mil pessoas são beneficiadas com os produtos do Programa de Aquisição de Alimentos.

A ação do IPA com o Programa de Aquisição de Alimentos faz parte do Termo de Adesão 003/2018, Proposta nº 000.005.046.26/2018, com o Ministério da Cidadania. No município o programa é monitorado pelos extensionistas João Izidoro e Aline Figueredo.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA entrega produtos da Agricultura Familiar em Cedro

O Instituto Agronômico de Pernambuco junto com a Prefeitura de Cedro, no Sertão de Pernambuco, distribuiu os produtos da Agricultura Familiar para as famílias em situação de vulnerabilidade social, no município. Os produtos são adquiridos através do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) coordenado pelo IPA.

A ação do IPA com o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA faz parte do Termo de Adesão 003/2018, Proposta nº 000.005.046.26/2018, com o Ministério da Cidadania. O IPA é Unidade Executora do Programa, os recursos que viabilizam compra dos Alimentos são do Governo Federal, através do Ministério da Cidadania.

Essa etapa de distribuição contou com a presença dos fornecedores da Agricultura Familiar, da Nutricionista Carla Parente, da Secretária de Assistência Social Rosilene Sousa, da Coordenadora do CRAS Miriam Romão, da Coordenadora do CREAS Rozângela Figueredo do Coordenador do Programa Criança Feliz, João Higino.

Todas as famílias que receberam os alimentos são integrantes dos programas e serviços sociais e foram orientadas dos benefícios de frutas e verduras para a saúde, além de orientação de higiene e cuidados para evitar a dengue e o coronaviírus.

Os principais objetivos do PAA são fortalecer a agricultura familiar; fortalecer circuitos locais e regionais e também as redes de comercialização; valorizar a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentivar hábitos alimentares saudáveis; e estimular a organização dos agricultores familiares em cooperativas e associações.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA debate distribuição de sementes para produtores do Agreste

O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco, Odacy Amorim, participou na manhã desta quarta-feira (29), de reunião on-line com os gerentes regionais, lotados no Agreste, para discutir a entrega de sementes aos produtores da região. O processo licitatório já foi concluído, e no próximo mês os grãos serão distribuídos.

O IPA irá atuar para que as sementes sejam concedidas com segurança, sem aglomerações, garantindo a segurança dos servidores e beneficiários. Também é tema de debate, a atuação do Instituto para auxiliar os agricultores no combate ao coronavírus, com orientação no cadastramento do Auxílio Emergencial.

A orientação do IPA está inserida também na correta higienização dos alimentos produzidos, bem como em diversas outras questões. “O trabalho segue firme”, disse o presidente.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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