IPA reúne gestores em Serra Talhada para planejar metas da Extensão Rural para 2026

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) promoveu, na Estação Experimental de Serra Talhada, o encontro estratégico para a definição das Metas de ATER 2026 (Assistência Técnica e Extensão Rural). O evento reuniu representantes das 12 gerências regionais do estado, além da equipe técnica da sede, com o objetivo de alinhar as ações, projetos e convênios que guiarão o suporte ao produtor rural nos próximos meses.

A escolha da Estação Experimental como sede reforça a integração necessária para o sucesso das ações no campo. Segundo Milze Luz, gerente do Departamento de Educação e Metodologia do IPA, o foco principal é o fomento rural e o fortalecimento das metodologias que promovem o desenvolvimento sustentável para o agricultor familiar pernambucano.

Alinhamento e Estratégia

O encontro serviu como um espaço fundamental de diálogo entre as diretrizes da sede e a realidade vivida nas pontas. O diretor de Pesquisa do IPA, Henrique Castelletti, destacou que a realização do evento em uma estação do Instituto simboliza a união de esforços para que o conhecimento chegue de forma prática ao público final. O objetivo é que o potencial técnico do IPA seja plenamente revertido em benefícios para a agricultura familiar.

Durante as sessões, gestores e extensionistas discutiram metas específicas para cada território, considerando as particularidades regionais de Pernambuco. O assistente da Diretoria de Extensão Rural, Maviael Fonseca, pontuou que a reunião foi essencial para planejar as ações estratégicas e garantir que os convênios e as políticas públicas sejam executados de forma assertiva.

Próximos Passos

Com o plano de metas estruturado, as 12 gerências regionais agora partem para a aplicação local das diretrizes, focando na melhoria da produtividade, na segurança alimentar e na geração de renda para as famílias rurais.

O encontro em Serra Talhada consolida a visão do Instituto para o próximo período: uma extensão rural conectada, organizada e presente em cada município do estado para transformar a vida de quem produz.

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IPA consolida diretrizes para o campo após participação na 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural

Após uma semana de intensos debates na capital federal, o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) faz um balanço estratégico de sua participação na 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário. O evento, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, resultou na aprovação de 75 propostas que agora servem de base para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à agricultura familiar em Pernambuco.

A delegação do IPA contribuiu diretamente na construção de eixos que visam modernizar a extensão rural e garantir direitos fundamentais para as populações do campo, das águas e das florestas.

O Legado da Conferência para o IPA

As resoluções aprovadas em Brasília trazem marcos importantes que o Instituto já começa a integrar em seu planejamento institucional:

  • Implementação do SUATER: A defesa da criação do Sistema Único de Assistência Técnica e Extensão Rural (SUATER) foi um dos pontos altos, visando garantir financiamento estável e contínuo para a Ater pública em todo o estado.
  • Aposta na Transição Agroecológica: O documento final da conferência ratifica a agroecologia como o caminho para a soberania alimentar, diretriz que o IPA vem fortalecendo em suas estações experimentais.
  • Valorização dos Saberes Tradicionais: O fortalecimento das escolas do campo e o respeito ao conhecimento dos agricultores foram consolidados como pilares para o desenvolvimento rural com justiça social.

Planejamento e Ação

Com o encerramento da agenda nacional, o desafio do IPA agora é a aplicação prática dessas decisões nos territórios pernambucanos. “O esforço coletivo realizado em Brasília se traduz em um projeto de desenvolvimento rural mais robusto e inclusivo. O compromisso do IPA é transformar essas diretrizes em políticas públicas que cheguem com eficiência ao produtor rural”, destaca a nota técnica da instituição.

O saldo positivo da conferência reafirma o papel de vanguarda do IPA na articulação entre ciência, extensão e participação social para o desenvolvimento do Semiárido.

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IPA mantém expansão do PAA Quilombola e inicia entregas em comunidades de Afrânio e Carnaíba

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) consolidou, nesta semana, mais uma etapa importante na interiorização do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Quilombola. Em uma parceria estratégica com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Instituto viabilizou o início oficial das operações do programa nos municípios de Afrânio e Carnaíba, beneficiando diretamente comunidades tradicionais e entidades socioassistenciais.

As atividades começaram em Afrânio, na comunidade de Araçá, onde sete agricultores e agricultoras fornecedores iniciaram a comercialização de sua produção. Já em Carnaíba, o programa chegou às comunidades de Brejo de Dentro, Travessão e Abelha, mobilizando 19 produtores quilombolas para o abastecimento de entidades locais.

Atuação do IPA e Impacto nos Territórios

O protagonismo do IPA na execução do PAA Quilombola garante que alimentos saudáveis e frescos cheguem à mesa de quem mais precisa, ao mesmo tempo em que promove a geração de renda dentro dos próprios territórios.

Ao todo, a produção das comunidades de Afrânio e Carnaíba é destinada a quatro entidades recebedoras (duas em cada município), fortalecendo a rede de proteção social e a economia regional. Com essa iniciativa, o IPA reafirma seu compromisso em unir assistência técnica e políticas públicas para transformar a realidade das famílias rurais quilombolas em Pernambuco.

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Pesquisador do IPA integra projeto nacional de edição gênica para tolerância ao calor em bovinos

Nos dias 25 e 26 de março, o pesquisador do IPA, Dr. Sebastião Guido, participou de reuniões técnicas e de um workshop de avaliação de resultados do projeto de pesquisa em melhoramento genético de precisão – Edição Gênica de Bovinos para Tolerância ao Calor em Região de Clima Tropical, desenvolvido em parceria com a Embrapa Gado de Leite, a Embrapa Pecuária Sul e a Associação Brasileira de Angus, tendo apoio financeiro do CNPq.

Os encontros ocorreram na unidade da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé (RS), onde o coordenador do projeto, Dr. Luiz Sérgio Camargo (Embrapa), apresentou os avanços obtidos com a aplicação da técnica de edição gênica voltada para aumentar a tolerância ao calor em bovinos de raças taurinas de corte e leite.

A edição gênica é uma ferramenta de última geração que permite modificar genes com alta precisão, possibilitando a seleção de fenótipos desejados sem a necessidade de cruzamentos absorventes entre raças.

Em bovinos, mutações no gene do receptor de prolactina (PRLR) estão associadas ao fenótipo conhecido como “slick hair”, caracterizado por pelagem mais curta e menos densa, o que favorece a termotolerância. Esse fenótipo ocorre naturalmente em raças taurinas brasileiras adaptadas ao clima tropical, como Caracu, Pantaneiro, Mocho Nacional e Criolo Lageano. No entanto, está ausente em raças de alta produtividade, como a Angus (corte) e a Holandesa (leite), limitando seu desempenho em regiões de clima quente.

O projeto teve como objetivo principal aplicar a edição gênica em animais da raça Angus, visando a produção de bovinos mais tolerantes ao calor e, assim, possibilitar a expansão dessa raça para áreas tropicais.

O IPA contribuiu com a execução de subprojeto de prospecção de variantes genéticas associadas à tolerância ao calor em animais da raça Holandesa da Estação Experimental de São Bento do Una, reconhecidos localmente por sua maior adaptabilidade às altas temperaturas.

Diante dos resultados obtidos, o projeto seguirá em continuidade, fortalecendo a parceria entre as instituições envolvidas. O próximo passo será a validação da técnica de melhoramento de precisão e a prospecção de novos genes relacionados à adaptabilidade de raças taurinas para produção em regiões de clima quente.

Temas abordados no Workshop

  • “Biópsia embrionária para seleção genômica em bovinos”, palestra ministrada pela pesquisadora da Embrapa Gado de Leite, Dra. Clara Slade.
  • “Incremento da tolerância ao calor na raça Angus nacional por melhoramento de precisão”, ministrada por Dr. Luiz Sérgio Camargo da Embrapa Gado de Leite.

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O IPA se torna o primeiro instituto agronômico do Brasil a receber o símbolo nacional de combate ao feminicídio

O Instituto Agronômico de Pernambuco inaugurou, nesta terça-feira (31), o Banco Vermelho, símbolo nacional de mobilização contra a violência doméstica e o feminicídio.

O banco foi instalado dentro da sede do IPA, marcando o Instituto como o primeiro do segmento agronômico no Brasil a firmar parceria com o Instituto Banco Vermelho (IBV), idealizador da causa.

Criado em 2023 pelas pernambucanas Andréa Rodrigues e Paula Limongi, o IBV é uma organização suprapartidária e sem fins lucrativos. A iniciativa nasceu da indignação com os altos índices de violência contra a mulher no país. O projeto consiste na instalação de bancos em espaços públicos, com mensagens de impacto e dados sobre feminicídio, estimulando a reflexão da sociedade.

Durante a solenidade, o presidente do Instituto, Miguel Duque, fez um alerta sobre o aumento alarmante no número de feminicídios e destacou a importância da ação no combate à violência de gênero. “O IPA mostra, por meio dessa iniciativa, que do campo à cidade estamos na luta pela proteção, dignidade e pelos direitos das mulheres. Vamos continuar unindo esforços para combater essa violência absurda”, afirmou.

No mesmo sentido, a presidente do IBV, Andréa Rodrigues, lembrou que o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de feminicídios e chamou atenção para o cenário atual.
“A cada seis horas, uma mulher é assassinada no Brasil. Por isso, é muito importante que o IPA seja o primeiro instituto do segmento agro a abraçar essa causa e somar esforços para reduzir os índices de crimes contra a mulher”, frisou.

Além da instalação do banco, o Instituto Banco Vermelho entregou ao IPA um selo comemorativo em apoio à luta contra a violência de gênero.

Fotos: Cláudio Carvalho

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IPA inicia ciclo do PAA Quilombola com ações do Litoral ao Sertão de Pernambuco

O protagonismo do campo em Pernambuco ganhou um novo capítulo nesta semana. Desde a última terça-feira (24), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no segmento Quilombola deu a largada oficial em suas atividades de 2026, consolidando-se como a principal ferramenta de soberania alimentar e geração de renda dentro de comunidades tradicionais do litoral ao sertão.

A estratégia do programa vai além da transação comercial: ela coloca o agricultor quilombola no centro da engrenagem de desenvolvimento. O PAA funciona através da compra direta da produção agrícola familiar, que é então destinada a entidades da rede socioassistencial, equipamentos públicos de alimentação (como cozinhas comunitárias) e instituições que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar.

Em Rio Formoso, no Litoral Sul, o programa impulsiona a diversidade produtiva dos territórios quilombolas, garantindo destino certo para colheitas de banana, coco e raízes. Já em Tupanatinga, no Agreste, o foco é a inclusão produtiva que transforma o excedente das safras em dignidade e sustento para as famílias locais.

O marco detalhado deste início de ciclo ocorreu em Carnaíba, no Sertão do Pajeú. Na última terça-feira (24), a Comunidade de Gameleira sediou uma importante reunião na Associação Mulheres Arretadas para tratar da execução do programa, que beneficiará também as localidades de Brejo de Dentro e Travessão I, II e III.

A condução dos trabalhos foi realizada pelos membros da comissão: Cristina Severina, Sandra Farias, Rosa Fausta, Aline Moura, Luciclea Alves e José Paulo, contando ainda com o suporte técnico e institucional de Junior (ATER/IPA de Carnaíba) e de Tereza Veras (Gerência Regional do IPA/Afogados da Ingazeira).

Ficou definido que, em Carnaíba, 17 fornecedores e fornecedoras quilombolas entregarão seus produtos prioritariamente à Cozinha Comunitária e a famílias das próprias comunidades. Ao garantir que o recurso e o alimento circulem dentro do território, o PAA Quilombola reafirma que a ancestralidade e a técnica são os verdadeiros motores da transformação rural em Pernambuco.

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IPA marca presença na 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural em Brasília

BRASÍLIA – O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) integra a delegação pernambucana que participa, entre os dias 24 e 27 de março, da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (CNDRSS), na capital federal. O evento reúne representantes de todo o país para consolidar políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo.

O caminho até a etapa nacional foi marcado por um processo democrático e capilarizado em solo pernambucano. Ao todo, foram realizadas 12 conferências territoriais, cobrindo todas as regiões do estado. Entre os extensionistas do IPA que acompanharam de perto as discussões locais, destacam-se as participações nos territórios Metropolitano, da Mata Norte e do Sertão do São Francisco.

Após os debates regionais, Serra Talhada sediou a Conferência Estadual em setembro do ano passado. Na ocasião, foram amadurecidas propostas em eixos estratégicos como agroecologia, infraestrutura rural e educação do campo, além da eleição dos delegados que agora representam o estado em Brasília.

Abertura e Grupos de Trabalho A abertura oficial do evento ocorreu na tarde de ontem (24), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ministros de Estado, incluindo o titular da pasta da Agricultura. O momento marcou o início político das atividades que visam o “Bem Viver no Campo, nas Águas e nas Florestas”.

Nesta manhã, após a aprovação do regimento interno, os delegados iniciaram as atividades nos Grupos de Trabalho (GTs). O IPA marca presença em discussões cruciais: a equipe técnica está distribuída em diferentes eixos, com destaque para a atuação no GT de Educação do Campo e Formação Técnica (Eixo 5).

O desafio atual dos participantes é a sistematização das demandas. Cada grupo de trabalho tem a missão de analisar as contribuições vindas de todas as unidades da federação e priorizar cinco propostas centrais. Essas prioridades servirão como norte para a execução de políticas públicas de desenvolvimento rural sustentável nos próximos anos, garantindo que a realidade do agricultor familiar pernambucano esteja refletida no plano nacional.

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IPA promove diálogo sobre enfrentamento à violência contra as mulheres

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) realizou um importante momento de diálogo sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, reforçando o compromisso com a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária. A iniciativa contou com a participação da secretária executiva da Secretaria da Mulher de Pernambuco, Walkiria Alves.


O encontro destacou a importância de ampliar o debate sobre o tema, fortalecendo ações de conscientização e mobilização social. A atividade reuniu colaboradores e colaboradoras em um espaço de escuta, troca de experiências e construção coletiva de caminhos para o enfrentamento à violência de gênero.


Mais do que produzir conhecimento e impulsionar o desenvolvimento do campo, o IPA reafirma seu papel como um ambiente de acolhimento, apoio e geração de oportunidades para as mulheres, tanto na zona rural quanto urbana.


A ação reforça que o respeito às mulheres deve ser um compromisso de todos — do campo à cidade — e que iniciativas como essa são fundamentais para promover mudanças reais na sociedade.
O IPA segue firme na missão de contribuir para um Pernambuco mais seguro, justo e com dignidade para todas as mulheres.

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Governo de Pernambuco realiza ações do PAA e entrega de sementes em Caruaru

O Governo de Pernambuco realiza, em Caruaru, uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e à garantia da segurança alimentar no estado. Entre os destaques estão a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a entrega de sementes do programa Terra Plantar.


O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) segue se consolidando em Pernambuco como uma importante ferramenta de transformação social e econômica. Realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o programa é executado na modalidade Compra Direta com Doação Simultânea, adquirindo alimentos da agricultura familiar e destinando-os a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social.


Em 2026, o PAA alcança todas as regiões do estado, com a participação de 1.492 agricultores familiares e tradicionais, incluindo indígenas e quilombolas, garantindo geração de renda no campo e reforçando a segurança alimentar de milhares de pessoas.


A iniciativa é estruturada em três frentes principais. O PAA Amplo reúne 946 fornecedores, entre agricultores, pescadores e marisqueiras, com produção destinada a uma rede socioassistencial que inclui cozinhas comunitárias, hospitais, unidades do CREAS e lares geriátricos. O PAA Quilombola conta com 349 fornecedores, abastecendo 37 entidades e valorizando comunidades tradicionais. Já o PAA Indígena envolve 197 fornecedores que atendem 32 entidades, fortalecendo a produção e a cultura de povos originários.


Com investimento de R$ 8 milhões, o programa já resultou na produção e entrega de mais de 1.300
toneladas de alimentos, destinados a populações em situação de vulnerabilidade, reforçando o
combate à fome em Pernambuco.


Outro destaque é a entrega de sementes do programa Terra Plantar, realizada pelo Governo de
Pernambuco, por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Ao todo, serão distribuídas
cerca de 18 milhões de sementes de milho, feijão, sorgo e milheto, totalizando aproximadamente
860 toneladas.


As sementes começam a ser encaminhadas para as unidades do IPA, que irão organizar a distribuição para agricultores do Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana, conforme cronograma em definição. A ação garante melhores condições de plantio, amplia a produção agrícola e fortalece a economia rural.


Com essas iniciativas, o Governo de Pernambuco reafirma o compromisso com o desenvolvimento do campo, promovendo geração de renda, valorização da agricultura familiar e ampliação do acesso a alimentos de qualidade para a população.


Data: 18 de março
Horário: 9h
Local: Rodovia PE-95, nº 600, bairro Luiz Gonzaga, Caruaru

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IPA realiza capacitação para execução do Programa Bem Viver no Semiárido no Sertão do Pajeú

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) realiza, entre a segunda-feira (9) e a sexta-feira (13), no Centro de Treinamento do IPA (Cetreino), em Carpina, uma capacitação voltada à execução do Programa Bem Viver no Semiárido. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Governo Federal, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural e o IPA, com foco na promoção da agroecologia, da sustentabilidade, do acesso a mercados e do aumento da renda de famílias agricultoras do Sertão do Pajeú.

O projeto tem como público prioritário mulheres e jovens do meio rural. A meta é que mais de 50% das pessoas beneficiadas sejam mulheres, além da participação de pelo menos 20% de jovens entre os atendidos. Ao todo, cerca de 350 famílias agricultoras devem ser acompanhadas pela iniciativa.

No IPA, a execução do programa envolve duas gerências regionais de extensão rural, localizadas em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, atendendo agricultores de oito municípios do Sertão do Pajeú: Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo, Calumbi, Carnaíba, Solidão e Afogados da Ingazeira.

Entre as ações previstas estão práticas de convivência com o semiárido, recuperação de biomas, incentivo à agroecologia e fortalecimento das economias locais. O projeto também busca valorizar os conhecimentos tradicionais das comunidades rurais, além de promover princípios de equidade de gênero, geração, raça e etnia.

Outro destaque da iniciativa é o acompanhamento das atividades por meio do Sistema de Gestão da Assistência Técnica e Extensão Rural (SGA), plataforma da ANATER utilizada para registrar e monitorar todas as etapas do projeto. No sistema são inseridas informações sobre metas, atividades e resultados, permitindo acompanhar desde ações coletivas — como dias de campo, oficinas e intercâmbios — até as visitas técnicas realizadas diretamente nas propriedades rurais.

A execução do programa segue uma série de etapas que incluem mobilização das comunidades, cadastro e diagnóstico das famílias participantes, planejamento das ações, execução das atividades e avaliação dos resultados. Durante todo o processo, a participação social e a articulação com parceiros locais são consideradas fundamentais para a consolidação das ações.

Com a iniciativa, o IPA reforça seu papel na promoção do desenvolvimento rural sustentável, contribuindo para fortalecer a agricultura familiar e ampliar oportunidades para agricultores e agricultoras do Sertão do Pajeú.

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