IPA e Embrapa testam algodão resistente à seca na Estação Experimental de Belém do São Francisco

BELÉM DO SÃO FRANCISCO – A Estação Experimental do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) em Belém do São Francisco tornou-se o novo campo de testes para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à cotonicultura. Através de uma parceria estratégica com a Embrapa Algodão, o Instituto iniciou o plantio de um experimento científico focado na seleção de linhagens de algodão tolerantes ao estresse hídrico.

O projeto conta com financiamento do CNPq e integra as ações do convênio de cooperação técnica entre as duas instituições. A pesquisa busca identificar materiais genéticos que consigam manter a estabilidade produtiva mesmo sob condições climáticas adversas, garantindo ao produtor uma alternativa viável para o cultivo no Semiárido.

Tecnologia para o Sertão de Itaparica A utilização da Estação Experimental de Belém do São Francisco permite que os pesquisadores avaliem o desempenho das linhagens em solo e clima típicos da região, oferecendo dados precisos sobre a adaptação das plantas. Durante o ciclo de cultivo, serão monitorados diversos indicadores de resistência e qualidade da fibra, visando selecionar as variedades mais resilientes para futura distribuição.

Para o IPA, o uso de suas estações para pesquisas de ponta reforça o papel do Instituto como hub de inovação para o desenvolvimento rural. O sucesso deste experimento será um passo decisivo para a revitalização da cultura do algodão em Pernambuco, aliando ciência e sustentabilidade para fortalecer a economia agrícola regional e a segurança do produtor frente às irregularidades das chuvas.

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IPA sedia reunião da Academia Pernambucana de Ciências Agronômicas sobre o cenário do algodão no Nordeste

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) sediou, nesta terça-feira (14), a reunião da Academia Pernambucana de Ciências Agronômicas (APCA), que teve como tema “Cenário Atual e Perspectivas do Algodão no Nordeste Brasileiro”. O encontro foi conduzido pelo pesquisador do IPA Antônio Félix e contou com a participação de membros presenciais e online.

A programação teve como destaque a palestra do pesquisador da Embrapa, Luiz Chitarra, que apresentou um panorama detalhado da cotonicultura nordestina, abordando desafios, avanços tecnológicos e oportunidades para o fortalecimento da cadeia produtiva do algodão na região.

Também estiveram presentes integrantes da Embrapa e da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), reforçando o caráter colaborativo do encontro e o compromisso das instituições com o desenvolvimento científico e sustentável do agronegócio.

Ao final da reunião, os participantes debateram juntos os caminhos a serem trilhados para o fortalecimento da cultura do algodão no Nordeste, em uma troca de experiências que reafirma o papel do IPA como espaço de diálogo e construção para o futuro da agricultura regional.

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Em Dia de Campo, em Caruaru, IPA apresenta pesquisa que pode reintroduzir cultura do algodão em Pernambuco

O agricultor Valter Lins, de Feira Nova, Pernambuco, não tem mais dúvidas. Quer investir na cultura do algodão. A decisão, ele anunciou, nesta quarta-feira, depois de participar do Dia de Campo, promovido pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), na Estação Experimental de Caruaru. É de lá que sai uma ótima notícia.  Assim como Valter, o agricultor que quiser poderá voltar a plantar algodão sem se preocupar com o bicudo, praga que dizimou plantações no estado na década de 1980. Um fato que, felizmente, ficou definitivamente no passado.

O Dia de Campo reuniu vários agricultores da região foi promovido exatamente para que pesquisadores e extensionistas do IPA e da Embrapa Algodão, de Campina Grande, apresentassem os resultados do trabalho que vai permitir  a reintrodução da cultura do algodão no estado.

Os experimentos foram conduzidos com o objetivo de testar o comportamento de variedades de algodão branco e colorido em diversos ambientes, analisando seu desempenho em diferentes tipos de solo e condições climáticas.

A presidente do IPA, Ellen Viegas, informa que as pesquisas do IPA abrem uma nova perspectiva para a agricultura. Melhor: pode movimentar um ciclo produtivo, envolvendo vários elos da cadeia produtiva. “Queremos, enquanto Governo de Pernambuco,  trazer essa opção aos nossos agricultores familiares para que eles possam diversificar suas lavouras e sua cadeia produtiva”, informa a presidente.

O pesquisador e coordenador do Programa do Algodão do IPA,  Antônio Félix da Costa, explicou que o algodão sempre foi uma cultura de grande êxito em Pernambuco. E pode voltar. “Com  parceria com a Embrapa, que viabilizou a adoção de variedades mais resistentes, produtivas e bom teor de tolerância ao déficit hídrico, acredita-se que possa  acontecer uma retomada significativa para da produção”, conta Félix, ressaltando, ainda, que isso tem sido provado a partir dos testes que estão sendo realizados e que provam que as variedades estão bem adaptadas a região.   

Jaime Cavalcante, melhorista de Algodão da Embrapa Campina Grande, considera que a parceria com o IPA, já é sucesso pelos resultados obtidos. “As pesquisas com o algodão, na avaliação dele,  superaram as expectativas” Além de Caruaru, O IPA realiza os experimentos em Araripina e em Serra Talhada.  

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IPA e Embrapa Solos firmam acordo para construção de barragens subterrâneas em 57 municípios do Sertão e Agreste pernambucano

O Instituto Agronômico de Pernambuco vai firmar Acordo de Cooperação Técnica com a Embrapa Solos para identificação de áreas para a construção de barragens subterrâneas nas Mesorregiões do Sertão e do Agreste pernambucano. Serão analisados terrenos em 57 municípios.

As equipes de técnicos das duas instituições irão fazer uma análise de aluviões – que são depósitos de matérias orgânicas e inorgânicos deixados pelas águas – com potencial para construção das barragens. O acordo também prevê a capacitação de técnicos locais. Que após o treinamento, serão multiplicados para as famílias de agricultores.

As tratativas aconteceram em reunião realizada na última sexta-feira (14), na Embrapa Solos.

A nossa diretora de Infraestrutura Hídrica, Auridan Coutinho, diz que será elaborado um Plano de Trabalho para elencar as responsabilidades de cada instituição, com prazos e metodologias que serão usadas. Com objetivo de acelerar e melhorar o desempenho do ponto crucial, a locação das barragens.

Por parte do IPA, também participaram a Gerente do Departamento de Engenharia Rural, Ana Cristina Almeida de Oliveira Figueiredo, o engenheiro Civil, Esli Lima da Silva, e o engenheiro Civil Osvaldo Janot Cabral Batista, que é o técnico que mais construiu barragens em todo o estado de Pernambuco.

Pela Embrapa Solos UEP Recife, participaram os Pesquisadores Flávio Adriano Marques (Coordenador Técnico), Maria Sonia Lopes da Silva, Manoel Batista de Oliveira Neto e José Coelho de Araújo Filho.

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IPA promove seminário sobre produção leiteira no Semiárido

O evento foi realizado na Estação Experimental do IPA de Arcoverde e contou com a participação de pesquisadores do instituto e da Embrapa

Produção Leiteira no Semiárido – Inovações e Tecnologias. Esse foi o tema do seminário realizado pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), na Estação Experimental da empresa, em Arcoverde. No evento, pesquisadores da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) e do IPA levaram para produtores de leite e pecuaristas da região informações sobre gado holandês e girolando, sorgo, milheto e palma forrageira.

Durante o seminário, além do aprendizado com as palestras temáticas, os agricultores também receberam orientações sobre melhoramento genético do gado girolando. O pesquisador Marcos Vinicius Barbosa, da Embrapa Leite e coordenador de Melhoramento Genético do Girolando no país, e Edvaldo Ferreira, representante da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, irão permanecer mais dois dias na Estação Experimental de Arcoverde, para avaliar e fazer um direcionamento técnico da seleção do girolando 5\8, raça que está sendo aprimorada pelo IPA.

Nas palestras sobre o Melhoramento, Manejo e Uso da Palma Forrageira para Produção do Leite e a Importância do Sorgo e do Milheto como suporte Forrageiro no Semiárido, os pesquisadores do IPA Djalma Cordeiro dos Santos e José Nildo Tabosa, esclareceram dúvidas sobre os tipos de palma, milheto e sogro, mostrando para os agricultores as variedades desenvolvidas pela empresa mais indicadas para a região do Semiárido.

Ao falar para os participantes, o diretor presidente do IPA, Joaquim Neto, afirmou que o papel do IPA é melhorar a vida do agricultor. “Temos aqui a pesquisa e a extensão. Não adianta um pesquisador pesquisar, produzir artigos científicos, se não for lá para o campo e melhorar a vida do agricultor. Essa é a nossa missão”, assegurou.

Para o produtor rural e criador de girolando no município de Belo Jardim, Antônio Valença de Araújo, o seminário foi bastante esclarecedor. “Sou criador de gado girolando desde o início do ano 2000, sempre comprando reprodutores do IPA e desenvolvendo essa raça e agora, com o seminário, adquiri novas informações”, destacou.

José Tenório, produtor de leite na região do município de Pedra, ressaltou o impulso que o IPA está ganhando na gestão da governadora Raquel Lyra e do diretor presidente do instituto, Joaquim Neto. “O IPA estava sucateado. Pensamos até que iria fechar. Doutor Joaquim é gestor, foi da casa e vem mostrando que ainda iremos colher bons frutos”, disse. Ele complementou, ainda, que o seminário tirou dúvidas relevantes para produtores da região. “Essas palestras foram importantes para a gente escolher qual a forrageira que se adequa ao nosso potencial de chuva”, observou.

Já Rosilene Alves, produtora de leite e pecuarista em Pedra, destacou o papel do IPA na assistência para o melhoramento genético do gado, principalmente para os pequenos produtores. Ela também pontou a necessidade dos próprios agricultores de procurarem o aprendizado. “A cada dia, o IPA se renova e busca melhorias para os produtores. Agora, os produtores precisam buscar mais essas informações”, observou.

Do IPA participaram do evento, o diretor presidente Joaquim Neto, o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Henrique Castelletti, e o diretor de Extensão Rural, Francisco Dantas; o assessor da governadora Raquel Lyra, Popó Vaz, o presidente do Sindileite/PE, Alex Costa, o prefeito de Buíque, Arquimedes Valença, e, ainda, secretários municipais de agricultura, criadores e produtores rurais de diversas regiões de Pernambuco. O seminário foi realizado na última terça-feira (27).

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A volta da cultura do algodão em Pernambuco

Embrapa e IPA iniciam pesquisas com cultivares nas estações experimentais do instituto em várias regiões do estado

Uma pesquisa do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e a Embrapa Algodão poderá trazer de volta ao estado o status conquistado na década de 70, quando Pernambuco figurava como um grande produtor de algodão no país. Por meio de um convênio de cooperação técnica, o IPA e a Embrapa iniciaram o plantio experimental de cultivares do algodão (branco e colorido), com o objetivo de pesquisar e avaliar o comportamento das cultivares nas diferentes regiões do estado. E também identificar as áreas mais propícias para o cultivo, tendo como referência a produtividade e os custos envolvidos.

Na última segunda-feira (5), os pesquisadores implantaram a primeira Unidade de Referência Tecnológica (URT) na estação experimental do IPA, no Sertão do Araripe, em uma área de aproximadamente dois mil metros quadrados. Outras unidades serão instaladas nas estações de Serra Talhada, no final deste mês, e mais uma em Caruaru, na primeira quinzena de abril.

De acordo com o diretor presidente do IPA, Joaquim Neto, o contrato de cooperação técnica com a Embrapa foi firmado no segundo semestre de 2023.  “Agora, demos o primeiro passo para retomar a produção do algodão em Pernambuco. Uma ação que poderá influenciar na melhoria da oferta de matéria prima para o setor têxtil e criar mais uma alternativa de renda para os agricultores familiares”, destacou o gestor.

 O Polo de Confecções do Agreste, um dos maiores do país, movimenta em torno de R$ 5 bilhões na economia do estado. (Fonte NTCPE). A retomada do plantio de algodão poderá impulsionar a produção de matéria prima (fios, tecidos, etc) para o setor, otimizando custos logísticos como frete e impostos.

“A volta da cultura passa necessariamente pela adoção de práticas e tecnologias modernas e sustentáveis de cultivo que favoreçam melhores índices de rentabilidade. Ação que pode gerar um impacto significativo nas esferas social e econômica para os agricultores familiares do estado”, afirmou Jaime Cavalcanti, pesquisador da área de melhoramento genético de algodoeiro da Embrapa Algodão.

Para Jaime Cavalcanti, as áreas mais propícias são as de tipografia mais planas, que possibilitam a mecanização do cultivo, sobretudo a colheita. O ciclo de colheita do algodoeiro ocorre uma vez por ano, que pode ser cultivado em sistema de rotação de culturas, como por exemplo: o milho, a mandioca e o milheto, contribuindo para ampliar a estabilidade da produção. 

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Parceria Estratégica entre IPA e Embrapa para beneficiar os produtores do Semiárido

A proposta é ampliar o cultivo de Cajueiro Anão de alta produtividade

O Diretor-presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Joaquim Neto, e um grupo de pesquisadores se reuniram nessa segunda (11) com o Chefe Geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Gustavo Saavedra. O encontro teve como objetivo consolidar um promissor convênio de cooperação técnica entre as instituições, visando o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias para o cultivo do cajueiro anão nas regiões semiáridas de Pernambuco.

Durante a reunião, foram discutidos os detalhes do acordo, que busca unir esforços e conhecimentos para impulsionar a produção de caju no estado. A parceria estratégica entre o IPA e a Embrapa tem como foco principal a pesquisa e aplicação de tecnologias inovadoras que permitam o melhor aproveitamento das condições climáticas do semiárido pernambucano.

O cajueiro anão, uma variedade que se adapta bem a climas mais secos, torna-se peça-chave nesse projeto de desenvolvimento. O objetivo é, não apenas aumentar a produtividade, mas também promover a sustentabilidade ambiental e a segurança alimentar nas comunidades que dependem da agricultura como meio de subsistência.

Joaquim Neto ressaltou a importância da parceria, afirmando: “Estamos firmando diversas parcerias com a Embrapa, a exemplo do algodão, amendoim, alho, e agora, o cajueiro anão, culturas que fazem parte da tradição regional e que podem dinamizar a cadeia produtiva local, especialmente da agricultura familiar”, disse Joaquim Neto. 

O diretor de pesquisa do IPA, Henrique Castelletti, destacou a transferência de tecnologia como elemento-chave: “A gente transfere essa tecnologia da Embrapa, que já está estabelecida e bem trabalhada, para os produtores do sertão e, com isso, eles aumentam a sua produção e rentabilidade.” A previsão é que, em 2024, essas parcerias já comecem a render muito frutos. Em 2023, a experiência na produção de semente de arroz da Embrapa em Pernambuco foi sucesso.

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IPA avança no projeto de expansão do plantio do algodão agroecológico em Pernambuco

O assunto foi tema de uma reunião, nesta quarta-feira, com representes do Ministério do Desenvolvimento Agrário Agricultura Familiar (MDA) e Embrapa Algodão, na sede do instituto

Em reunião com representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Embrapa Algodão, nesta quarta-feira (29), o diretor-presidente do IPA, Joaquim Neto, voltou a tratar da implementação do projeto para o plantio do algodão agroecológico no estado. O tema foi discutido com base na proposta que vem sendo trabalhada para expansão a produção de uma cultura importante para geração de renda das famílias agricultoras.

Além do projeto do algodão, também foi discutida a parceria do IPA com o ministério, a exemplo da liberação de uma verba de R$ 500 mil de custeio para assistência técnica de 250 famílias, que trabalham com projetos voltados para agroecologia. O trabalho será realizado nos municípios de Sertânia, na Região do Moxotó, e Itapetim, São José do Egito, Serra Talhada, Tuparetama e Custódia, no Sertão do Pajeú.

Marenilson Batista, diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Secretaria da Agricultura Familiar e Agroecologia do MDA, destacou a parceria com o IPA na execução das atividades realizadas pela empresa, a exemplo da liberação da verba de custeio.

“E estamos continuando nossa conversa com o IPA sobre o projeto do algodão agroecológico, para que possamos, juntamente com a Embrapa Algodão, o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Consórcio Nordeste (Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste), expandir mais áreas de produção do algodão agroecológico em Pernambuco”, frisou Marenilson.

O diretor-presidente do IPA, Joaquim Neto, lembrou que a empresa já assinou um convênio com a Embrapa, tanto na área de produção de sementes, como para a implantação dos campos de algodão agroecológico no estado.

“A partir de agora, vamos começar a tratar do plantio das estações de Araripina, Serra Talhada e de Caruaru para produção de sementes, e também, dos campos com os agricultores. Produzir algodão agroecológico não é uma atividade simples. É uma atividade que precisa de assistência técnica, de muito acompanhamento e é isso que o ministério, a Embrapa e o IPA vão fazer no estado de Pernambuco”, afirmou o gestor. Também participaram da reunião o coordenador do MDA em Pernambuco, Caetano De Carli, José Jaime Vasconcelos, da Embrapa Algodão, o diretor de Extensão Rural do IPA, Francisco Dantas e o gerente de Assistência Técnica e Extensão Rural do instituto, Maviael Fonseca.

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Equipe do IPA participa de treinamento sobre sistema de gerenciamento de dados

A reunião contou com a presença do presidente da empresa, Joaquim Neto

Em mais uma iniciativa para aperfeiçoar as atividades realizadas pelo IPA no estado, o nosso presidente Joaquim Neto reuniu, nesta segunda-feira (6), a equipe de diretores, pesquisadores, extensionistas e gerentes dos escritórios regionais para apresentar o Sistema de Gerenciamento de Ater (Sigater).

A plataforma, que já é utilizada com sucesso Rondônia e Minas Gerais, foi idealizada para gerar e agilizar o acesso às informações sobre a agricultura familiar. O sistema tem sido exemplo de modernização nas atividades de assistência técnica e extensão rural (Ater) e será implantado no IPA, conforme destacou Joaquim Neto, para formatar o banco de dados da empresa.

“Tem gente que não se preocupa com a tecnologia, mas aqui somos obrigados a usar a tecnologia. Ou a gente usa a tecnologia a nosso favor ou no próximo ano vou chegar aqui e não vou ter como apresentar os resultados da nossa empresa”, disse Joaquim à equipe ao falar da importância da implantação do sistema pelo IPA.

Além de conhecer todos os detalhes do sistema, os funcionários tiraram dúvidas para aprofundar o conhecimento em um dia enriquecedor de trabalho. A apresentação da plataforma foi feita pelo diretor de Tecnologia da Sigma, Rodrigo Abreu Oliveira.

“Já fizemos a capacitação em vários estados (Rondônia, Amazonas, Roraima, Amapá e Espírito Santo). As empresas de Ater ainda não contam com essa tecnologia de ponta. Então, essa plataforma para pesquisa e assistência rural são muito importantes”, ressaltou Rodrigo.

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Pesquisadores do IPA conhecem novas tecnologias na produção de hortaliças

Beneficiar produtores pernambucanos, especialmente os da agricultura familiar, é o principal objetivo dos diretores e pesquisadores do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), que participam de uma visita técnica, promovida pela Embrapa, nos Estados Unidos. Na missão, os pesquisadores estão tendo a oportunidade de conhecer de perto as mais recentes tecnologias aplicadas em campos e fazendas americanos, onde são cultivadas uma grande variedade de hortaliças.

 “É isso que faz a diferença na qualidade dos produtos. E é isso que temos que levar para os nossos agricultores. Essa é a missão do IPA”, destacou o presidente do IPA, Joaquim Neto. “Levar novas tecnologias de plantios, de produção de mudas para o nosso agricultor, é muito importante. Isso vai refletir em uma produção de qualidade e retorno financeiro para ele em suas produções”, acrescentou.

As equipes também visitaram um packing house (instalação onde a fruta é recebida e processada antes da distribuição para o mercado) de beneficiamento de cebola doce. Segundo o diretor do Departamento de Pesquisa do IPA, Henrique Castelletti, a espécie é a mais famosa dos Estados Unidos e recebe um selo da região de Vidalia.

No segundo dia da visita, que segue até a próxima sexta-feira (13), a equipe de pesquisadores brasileiros esteve no Condado de Tiff, no estado da Geórgia, conhecido pela produção e variedade de hortaliças cultivadas no local, a exemplo da pimenta, beringela e pimentão.

Na missão de intercâmbio de experiência com profissionais americanos, acompanham o presidente Joaquim Neto, os pesquisadores Jonas Araújo Candeia, Júlio Mesquita, Edinardo Ferraz e Henrique Castelletti.

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