IPA tem papel fundamental na produção de cebola do estado

As sementes da hortaliça são cultivadas em campos das estações experimentais de Ibimirim, Arcoverde e Belém do São Francisco

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) vem realizando um trabalho essencial para ampliar a produção de cebola no estado. As sementes desta hortaliça são cultivadas nos campos de produção das estações experimentais de Ibimirim, Arcoverde e Belém do São Francisco, no Sertão do Estado. É uma ação que beneficia diretamente o produtor de sementes de cebola.

De acordo com Júlio Mesquita, supervisor do Programa Hortaliças, na estação experimental de Ibimirim temos um campo de produção de semente básica da cultivar Franciscana IPA 10 (cebola roxa). Na estação de Arcoverde, temos a cultivar da ValeOuro IPA 11 (cebola amarela) e em Belém do São Francisco, o desenvolvimento de pesquisas com melhoramento genético e produção de sementes genéticas.

Segundo o pesquisador do IPA, a semente básica da cebola é a semente disponibilizada aos produtores de sementes de cebola do estado. “Então, é um papel social muito importante, pois além de beneficiar os produtores de sementes de cebola têm a possibilidade de gerar renda para eles e os municípios onde as sementes são produzidas”, afirmou o pesquisador.

Ele disse, ainda, a que a relevância da cebola é “grandiosa” para a vida do agricultor familiar que está na região do semiárido de Pernambuco, Paraíba e Bahia, principalmente, os que cultivam cebola a partir das variedades do IPA. “Isso devido essas variedades terem o preço da semente bem inferior as sementes híbridas das empresas multinacionais”, observou Júlio.

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Pesquisadores do IPA conhecem novas tecnologias na produção de hortaliças

Beneficiar produtores pernambucanos, especialmente os da agricultura familiar, é o principal objetivo dos diretores e pesquisadores do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), que participam de uma visita técnica, promovida pela Embrapa, nos Estados Unidos. Na missão, os pesquisadores estão tendo a oportunidade de conhecer de perto as mais recentes tecnologias aplicadas em campos e fazendas americanos, onde são cultivadas uma grande variedade de hortaliças.

 “É isso que faz a diferença na qualidade dos produtos. E é isso que temos que levar para os nossos agricultores. Essa é a missão do IPA”, destacou o presidente do IPA, Joaquim Neto. “Levar novas tecnologias de plantios, de produção de mudas para o nosso agricultor, é muito importante. Isso vai refletir em uma produção de qualidade e retorno financeiro para ele em suas produções”, acrescentou.

As equipes também visitaram um packing house (instalação onde a fruta é recebida e processada antes da distribuição para o mercado) de beneficiamento de cebola doce. Segundo o diretor do Departamento de Pesquisa do IPA, Henrique Castelletti, a espécie é a mais famosa dos Estados Unidos e recebe um selo da região de Vidalia.

No segundo dia da visita, que segue até a próxima sexta-feira (13), a equipe de pesquisadores brasileiros esteve no Condado de Tiff, no estado da Geórgia, conhecido pela produção e variedade de hortaliças cultivadas no local, a exemplo da pimenta, beringela e pimentão.

Na missão de intercâmbio de experiência com profissionais americanos, acompanham o presidente Joaquim Neto, os pesquisadores Jonas Araújo Candeia, Júlio Mesquita, Edinardo Ferraz e Henrique Castelletti.

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IPA adota novas embalagens para sementes de cebola

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) apresenta as novas embalagens de sementes das cebolas Vale Ouro IPA-11 e da Franciscana IPA 10. “O novo padrão faz jus aos produtos do IPA, reconhecido nacionalmente pela alta qualidade e produtividade”, destaca Kaio Maniçoba, presidente do IPA.

Os rótulos da nova linha têm um design moderno e foram produzidos pelo Núcleo de Comunicação do IPA. O objetivo é integrar elementos de identificação capazes de determinar a escolha e compra do produto.

“As embalagens são responsáveis pela potencialização de vendas e também pela construção e reconhecimento de marcas a ponto de o consumidor não desassociar o produto de sua embalagem. Por isso pensamos em seguir uma linha de criação que siga um conceito para todas as sementes produzidas pelo IPA”, explica Daniel Cruz, responsável pela criação da nova linha de embalagens.

O IPA implantou, em 1972, de modo pioneiro, um Programa de Melhoramento Genético da Cebola que vem sendo executado ininterruptamente até o presente momento. Como resultados foram desenvolvidas as variedades ValeOuro IPA 11 (bulbos amarelo) e Franciscana IPA 10 (bulbos roxo).

“Esse Programa de Melhoramento tem como objetivo desenvolver variedades melhor adaptadas às condições edafoclimáticas, mais resistentes às principais pragas e doenças regionais, bem como dotadas de características compatíveis com as exigidas pelo mercado consumidor”, conclui Gabriel Maciel, diretor de Pesquisa do IPA.

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IPA inicia colheita da cebola na Estação Experimental em Belém do São Francisco

Pesquisadores do Instituto Agronômico de Pernambuco iniciaram a colheita de cebola na Estação Experimental de Belém do São Francisco, na sexta-feira (23). A cebola, juntamente com o tomate, são as hortaliças mais importantes socioeconomicamente para o Estado. O trabalho desenvolvido pela Pesquisa do IPA é imprescindível para preservação, manutenção e produção das sementes que serão cultivadas em todos o estado.

A produção anual supera as 90.000 toneladas, obtida, com receita estimada em mais de R$ 30 milhões, gerando mais de 7 mil empregos diretos e indiretos. A área de maior concentração e cultivo no estado fica ao longo do Submédio São Francisco, compreendendo os municípios da região de Petrolândia a Petrolina.

A cebola pode ser cultivada através de semeadura e transplante, semeadura direta ou plantio de pequenos bulbinhos. No entanto, o método tradicionalmente mais utilizado em todo Nordeste é o de semeadura e transplante, que corresponde ao plantio em canteiros especiais, denominados de sementeiras, com posterior transplantio das mudas para o local definitivo.

O pesquisador do IPA, Jonas Candeia, responsável pela execução dos trabalhos com a cebola tem observação criteriosa quanto ao manuseio das sementes, supervisiona tratos culturais também sobre os procedimentos pós-colheita. “Esse manuseio sendo correto e direcionado pode garantir a integridade dos bulbos, reduzindo assim, os danos o estresse sofrido pelos tecidos”, destaca Jonas. Segundo ele, para plantio em um hectare são necessários, aproximadamente, três quilos, quando se adota o sistema de plantio por semeadura mais transplante.

Os cuidados também são necessários durante o armazenamento, que deve oferecer as condições ideais para que o produto seja acondicionado, pelo maior espaço de tempo possível, sem perda apreciável de seus atributos de qualidade, como sabor, aroma, textura, cor, teor de umidade e valor nutricional.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Plantio de cebola é destaque na Estação Experimental do IPA em Belém do São Francisco

Com 64 dias após o transplante, o plantio de cebola na Estação do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), em Belém do São Francisco, desenvolve-se da melhor maneira possível. A cebola IPA-11 é conhecida em todo Brasil pela excelente qualidade genética.

A maior concentração da produção situa-se ao longo do submédio São Francisco, compreendendo os municípios da região de Petrolândia a Petrolina. A melhor época para o plantio, no Nordeste, cultiva-se cebola durante todo o ano, entretanto para atender à demanda dos mercados consumidores das regiões sul e sudeste, a melhor época da semeadura, para obter melhores preços, é o período de janeiro a março.

Os métodos de plantio utilizados devem ser cultivados através de semeadura + transplante, semeadura direta ou plantio de pequenos bulbinhos. No entanto, o método tradicionalmente mais utilizado em todo Nordeste é o de semeadura + transplante, que corresponde ao plantio em canteiros especiais, denominados de sementeiras, com posterior transplantio das mudas para o local definitivo.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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