IPA participa da 11ª ExpoParná e 1ª Expoleite em Parnamirim

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) participa da 11ª ExpoParná – Feira de Caprinos, Ovinos, Bovinos e Mel. Os eventos serão realizados de 30 de junho a 2 de julho em paralelo com a 1ª Expoleite. Além do estande, o Instituto expõe animais do rebanho da Estação Experimental, em Sertânia.

Promovidos pela Prefeitura de Parnamirim, os eventos devem gerar R$200 mil em negócios e oferece R$ 40 mil para os animais premiados. A programação conta com exposição, palestras, torneios, leilão de animais, rodada de negócios e shows musicais.

Fonte: NUC

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Bolsas para estágios de aprendizagem prática para pequenos empresários, técnicos e profissionais latino-americanos

A Organização Internacional Instituto Ítalo-Latino-Americano IILA lança a primeira edição do Projeto HABILITAS, financiado com fundos da Cooperação Italiana.
O projeto Habilitas pretende contribuir para melhorar a competitividade das micro, pequenas e médias empresas latino-americanas e aumentar o conhecimento e as capacidades tecnológicas dos empresários e dos responsáveis técnicos das instituições públicas e privadas.
O Projeto oferece 50 bolsas nos setores e cadeias produtivas identificadas pelos países latino-americanos, e que são estratégicos também em território italiano.
Os estágios serão realizados na Itália, na segunda metade do ano de 2022 e terão uma duração de 4 semanas.
O prazo máximo para enviar as solicitações e os documentos requeridos será o dia 30 de junho de 2022, através de formulário online disponível no link: https://iila.org/pt/edital-de-chamada-projeto-habilitas/

Fonte: IILA

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Artigo – As feiras de animais

O comércio de gado no semiárido brasileiro tem como base as feiras de animais. Não são poucos os municípios que contam com pátios que dispõem de organização e estrutura capazes de permitir um comércio semanal de animais para cria, recria e abate, em particular no caso de bovinos e, em algumas cidades e vilas também para caprinos e ovinos.

Trata-se de um modelo centenário de comercialização, desde quando se deram as entradas Sertão adentro por pecuaristas da Bahia e de Pernambuco nos séculos XVII e XVIII. Modelo esse acentuado pelo transporte de mercadorias, bens e pessoas por tropas que rendilhavam todo o Agreste e Sertão até metade do século passado.

Algumas regiões mais férteis e com melhor distribuição de chuvas se tornaram polos de pecuária de leite e nos locais mais áridos e secos, a pecuária de corte. Caprinos e ovinos também foram incorporados a este sistema de produção animal, de modo mais relevante em áreas bem definidas do Sertão de Pernambuco.

A produção de carne bovina é impulsionada

Uma vez que as metrópoles e principais cidades da região são abastecidas por carne bovina proveniente de outros estados, a pecuária de corte, não dispensava uma melhor atenção por parte das instituições e até dos fornecedores de crédito, normalmente bancos oficiais.

Desde quando uma grande quantidade de imóveis rurais, antes utilizados para o plantio da cana-de-açúcar, depois pela pecuária de leite, foi desativada, iniciou-se a expansão da pecuária de corte, primeiro na Zona da Mata, seguindo-se do   Agreste  para o Sertão. Mas sempre com produção menor do que a demanda regional.

Nos últimos cinco anos já se notava uma maior valorização dos produtos cárneos e uma busca por animais de corte em substituição a planteis leiteiros, no interior de Pernambuco, culminando com um aumento expressivo dos preços no período de pandemia mudando fortemente o perfil da produção e do produtor em todo o Brasil.

Abatedouros em Pernambuco

Com o anúncio da construção de um abatedouro em Cachoeirinha, no Agreste, com uma capacidade de abate de 650 animais dia, uma corrida à melhor qualificação do gado de corte foi posta em curso, implicando na valorização até mais do que esperada de animais da raça Nelore.

Nesta última semana, um abatedouro de empresários locais foi inaugurado em Serra Talhada com a capacidade de receber 130 bovinos por dia, ou o equivalente a 40 mil animais ano. O que é um número expressivo para uma pecuária que tem se caracterizado como uma atividade secundária.

Faltam laticínios

Já no caso do leite a situação é um pouco mais complexa. Um abatedouro de porte médio não se estabeleceu em Serra Talhada, comprometendo uma bacia leiteira que estava sendo construída no Pajeú. Os laticínios atuais, como Betânia e Bom Leite estão distantes e não compensa transportar leite a uma distância de 250 km para ser processado. Uma vez que a teoria econômica é clara para o preenchimento de espaços vazios, há de se aguardar que em breve se possa contar com uma indústria de processamento de leite com capacidade de recepção entre 50 e 100 mil litros de leite que possa alavancar a pecuária de leite regional.

O mercado fazendo sua parte, o que se espera do governo

Dentre os gargalos apontados aparece em local de destaque uma maior dinâmica para a Agência de Defesa que apresenta deficiência de recursos humanos, e infraestrutura operacional limitando sua ação educativa seja no que se refere ao abate quanto à produção de produtos lácteos.

Fica claro também que diante dos desafios das mudanças climáticas em curso, um dos fatores mais relevantes ao sistema produtivo é o custo da alimentação. O preço do farelo de soja, do milho, bem como da silagem e do feno tornaram-se quase que proibitivos em alguns ambientes, fazendo com que o produtor tenha que procurar explorar ao máximo a capacidade de produção de alimentos e depender de fontes externos o mínimo possível. Logo fica clara a necessidade de investimentos em pesquisa e desenvolvimento destacando-se o desenvolvimento de novas cultivares de palma forrageira e capins de corte e pastejo capazes de tolerar estresses hídricos mais intensos e altas temperaturas.

No caso do melhoramento animal, em se tratando de bovinos, a predominância do genoma do Nelore é indiscutível. A cada ano, o percentual de produtores que opção por esta genética é maior, embora como em qualquer sistema de produção não se deva jogar todas as fichas em uma única opção. Havendo algum problema que possa afetar esta raça, toda a pecuária brasileira de carne estaria sendo sacrificada por longos anos à frente.

Em relação ao gado de leite, apesar dos avanços obtidos pelos programas de inseminação artificial e transferência de embriões, há um patrimônio genético, em Pernambuco, digno de reconhecimento. São os plantéis de gado Holandês, na Estação Experimental de São Bento do Una; Girolando, em Arcoverde e Guzerá, em Serra Talhada que merecem uma atenção especial.

Atualmente a genética nobre disponibilizada por esses plantéis não está sendo objeto de um programa sistematizado de inseminação artificial e muito menos de transferência de embrião, o que deve ser posto em prática urgentemente. Ainda persiste o comércio de tourinhos e novilhas em leilões periódicos, prática que deve ser estimulada e apoiada, uma vez que não são poucos os criadores do Agreste e Sertão de Pernambuco têm seus planteis formados a partir de aquisição nesses leilões.

Não é muito o que necessita ser feito, entretanto não se pode comprometer o que foi construído ao longo de décadas. Aí sim, é que não haveria retorno e tudo voltaria a estaca zero, o que não é do interesse de ninguém, particularmente dos pecuaristas do estado.

Fonte: Jornal do Sertão

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IPA é destaque na I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) participa da I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (FENAFES), com uma delegação de 80 integrantes, entre expositores, grupos informais e representantes de organizações formais de produtores. As articulação e indicações foram coordenadas pelo IPA, UNICAFES, Via do Trabalho, Caatinga/ASA, e MSTO. O evento é totalmente gratuito.

A mostra começa nesta quarta-feira (15) e segue até domingo (19), no Centro de Convenções de Natal, no Rio Grande do Norte. A solenidade de abertura está programada para as 18h, mas a programação desta quarta já começou às 9h com o 2º Encontro de Mulheres Rurais do Nordeste.
À tarde, das 14h30 às 17h, ocorrerá a reunião do Fórum dos Gestores e Gestoras da Agricultura Familiar do Nordeste. As atividades formativas começam pela manhã e a feira, propriamente dita, funcionará das 16h às 22h.
O evento conta com dois palcos, um coreto na parte interna, que funcionará a partir das 16h, e o palco externo com apresentações previstas a partir das 18h com artistas populares. Já estão confirmados os nomes de Lia de Itamaracá, Mariana Aydar, Mestrinho, Carlinhos Zens, Cida Lobo, Circuito Musical, Zé Hilton, Maciel Salú e Siba.
A programação oferece ainda degustação e venda de produtos da agricultura familiar e da economia solidária, festival gastronômico, encontros, palestras, seminários e muitas atrações culturais.
A organização estima que a primeira edição da Fenafes deve ter participação de mais de 150 cooperativas e associações, somando mais de 500 expositores. No total, cerca de 10 mil participantes são esperados no Centro de Convenções de Natal nos cinco dias de evento.
O evento pretende fortalecer iniciativas que garantam a integração de políticas públicas articuladas em torno do Programa de Alimentos Saudáveis do Nordeste (PAS/NE). Além disso, pretende oferecer um espaço de troca de experiências sobre políticas públicas de apoio à agricultura familiar já em curso na região, envolvendo governos e movimentos sociais, além de fortalecer o cooperativismo solidário e o processo de comercialização.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Pernambuco participa da I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária

Pernambuco participa da I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (FENAFES), a ser realizada de 15 a 19 de Junho, no Centro de Convenções de Natal, no Rio Grande do Norte.

A delegação pernambucana será formada por cerca de 80 integrantes, entre agricultoras agricultores familiares, artesãos, produtores de especiarias, dentre outros, e conta com apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).

Outras organizações, como a União de Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado de Pernambuco (UNICAFES PE), a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), e o Movimento dos Sem Terra (MST) também formaram os seus grupos representativos de cooperativas e associações de diversas regiões do estado.
Artistas da cultura pernambucana apresentam-se no palco da FENAFES. Maciel Salú, Siba e Lia de Itamaracá levam a expressão artística local para alegria do grande público.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA promove curso de plantas medicinais em Fernando de Noronha.

O Instituto Agronômico de Pernambucano (IPA), promoveu um curso de plantas medicinais, saúde e beleza e bem estar, para o público atendido pelo Programa Mãe Coruja e seus familiares. O curso que foi realizado nos dias 08 e 09 de Junho, no canto mãe coruja noronha foi ministrado pela extensionista Aleide Margareth.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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IPA promove oficinas de confecção de pufes com pneus usados e plantas medicinais em Fernando de Noronha

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) promoveu duas oficinas, dentro da programação da Semana do Meio Ambiente, promovida pela Administração de Fernando de Noronha. A primeira foi a de produção de pufes , utilizando pneus usados. A segunda foi uma oficina sobre Plantas Medicinais. As capacitações foram ministradas pelas extensionistas, Aleide Margareth e Joseneide Custódio.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Encerramento da Semana do Meio Ambiente movimenta sede do IPA

O encerramento da Semana do Meio Ambiente, do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), foi realizado na manhã desta sexta-feira (10), no Hall da Sede do Instituto no Recife. Na ocasião, Hildeberto Alencar, assessor da presidência, fez uso da palavra ressaltando a importância da iniciativa, voltada para a conscientização e Educação Ambiental. O diretor do Departamento Financeiro, Wellinton Lins, também participou do evento.

No espaço, os funcionários foram recepcionados com um café da manhã e apresentação musical. Também participaram de uma dinâmica interativa. Coordenada pelo Departamento de Segurança do Trabalho, a Semana do Meio Ambiente contou com ampla programação, incluindo mesa de exposição e distribuição de mudas, oficinas, distribuição de brindes, feira de artesanato e apresentações sobre o tema.

“A ideia é despertar, envolver, educar e conscientizar os funcionários a fim de que multipliquem ações voltadas para a preservação do meio ambiente”, destacou a técnica do Departamento do Trabalho Silvana Lima.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Presidente do IPA e pesquisadores visitam locais de ações realizadas em Araripina

O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Weidson Marinho, em continuidade as visitas técnicas às estações experimentais, esteve nessa terça-feira (07), em Araripina, no Sertão do Araripe. Na oportunidade, Marinho visitou também a Unidade de Referência do Projeto do Dom Helder, no Sítio Araruna na zona rural do município.

Os pesquisadores Erinaldo Viana e Almir Dias, juntamente com a gerente da unidade de Araripina, Marlene Resende, acompanharam o presidente. “Compartilho com prazer e orgulho as visitas realizadas no município de Araripina. Vendo, ouvindo e sentindo de perto as demandas do pequeno e do grande produtor rural. Dessa forma fica mais fácil planejar as ações que são prioridade. Pesquisa e extensão de mãos dadas”, ressaltou Marinho.

Na propriedade da agricultora Maria Regina Batista, a família dela foi beneficiada com a construção de uma cisterna calçadão. O Dom Helder é gerenciado pelo IPA e tem como objetivo busca reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no semiárido, qualificando os produtores para que desenvolvam uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas, e tem como eixo central a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Fonte: Núcleo de Comunicação

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Extensionistas realizam oficina sobre sustentabilidade durante Semana do Meio Ambiente

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), por meio do Departamento de Segurança do Trabalho está realizado a Semana do Meio Ambiente. Nesta terça-feira (07), o extensionista Djair Alves explicou o processo de horta vertical produzida em garrafas pets.

A horta vertical ou horta suspensa é uma técnica de jardinagem que permite plantas, hortaliças e ervas crescerem verticalmente a serem penduradas em suportes longe do chão, como paredes e muros. Djair explicou que a intenção é que qualquer possa tenha sua própria horta em casa, e que, além de produzir seus próprios alimentos e temperos fresquinhos, seja possível tornar o ambiente mais alegre e bonito.

Já o extensionista Cláudio Lima orientou durante a oficina como reaproveitar alimentos. Para mostra na prática, ele fez uma queijadinha de coco, reutilizando alguns ingredientes. Cláudio explicou que as sobras de alimentos podem ser utilizadas em sopas, caldos, geleias ou até na compostagem. Reaproveitar alimentos é uma forma de ser mais sustentável. Além de diversas receitas, também é possível fazer produtos de limpeza e melhorar o solo com as sobras que usamos na cozinha.

Através dos alimentos aproveitamentos das partes inutilizadas, é possível não só alimentar um número maior de pessoas, mas também reduzir as deficiências nutricionais que possam existir, uma vez que boa parte dos alimentos desperdiçados contém nutrientes com alto valor nutricional.

Fonte: Núcleo de Comunicação

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